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Instituto de Artes Musicais traz entretenimento ao franchising
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O negócio surge sem concorrência porque em tudo difere dos Conservatórios, a começar pelo preço das aulas, que varia entre os 50 e os 75 euros mensais, passando pelo público a que se destinam, que abrange crianças a partir dos três anos, não havendo a partir daqui um limite de idades nem de habilidades. A vontade de aprender e o céu são o limite.
A IAM, marca ligada à música, começa então a organizar-se em sistema de franchising ao fim de seis anos de consolidação no mercado, em 2009, porque o mercado onde tudo começou “esgotou”, tendo actualmente cerca de 300 inscritos e entre 10 a 15 escolas em Mangualde e Viseu. A procura e a aceitação levaram “naturalmente o administrador a pensar expandir o negócio a outras zonas, como Covilhã, Guarda, Porto, Lisboa, e então nasce a necessidade de pensar aqui noutra modalidade de crescimento: o franchising” conta-nos em entrevista António Loureiro, director de expansão da marca.
“O franchising IAM será constituído por três pessoas administrativas, uma pessoa no atendimento, que terá uma pequena loja de venda de instrumentos musicais, que vai complementar o negócio em si. O franchisado vai gerir a unidade, a carga horária e toda a parte administrativa das aulas, sendo que a parte pedagógica vai girar em torno do Master, por causa dos professores que tem em bolsa”, explica.
Quer isto dizer que a bolsa de professores das escolas IAM vai estar centralizada no Master, isto é, são “fornecidos” às instituições através desta bolsa central, e os pedagogos vão poder dar aulas tanto nos centros da marca, como abarcar a parte curricular das disciplinas ligadas à música nas próprias escolas.
“O franchisado terá uma formação teórica inicial, onde serão transmitidos o conhecimento e processos de trabalho, de gestão, de logística, da área de vendas e de marketing devidamente documentados, organizados, e depois uma formação de teor mais prático, que no fundo será praticar tudo na unidade mãe”. Esta formação decorre durante três semanas, ao fim da qual o franchisado é submetido a um “teste de avaliação, sendo o passo seguinte a instalação do Master”, revela António Loureiro.
100 mil euros e um negócio chave na mão
O investimento necessário para abrir uma escola IAM é de 100 mil euros, estando incluído no “pack de franquia” todos os items normais, como a formação, os direitos de entrada, as obras de decoração, a criação de um estúdio para gravação de CD’s, “porque aquilo que um centro faz é criar bandas entres os alunos”, e na store de música incluindo o stock inicial, com violas, baterias, cordas para viola, etc. “A única coisa que o franchisado terá que ter será o espaço e a renda do espaço, que tem que ter entre 300 a 400 metros quadrados, mas também aqui damos indicações das melhores localizações, prestando também apoio na escolha desse espaço”, diz o director de expansão.
10 anos de contrato e não 5
A IAM, ao contrário da maioria das redes de franchising, optou por determinar um tempo de contrato de franquia de 10 anos, porque 5 anos (tal como estipula o código deontológico do franchising) “é o tempo que demora a cimentar um negócio, ainda está em evolução, e ao fim desses primeiros 5 anos as pessoas ainda não conseguiram tirar o máximo de rentabilidade do seu negócio”, explica António Loureiro, sublinhando no entanto que “se o franchisado não estiver satisfeito é fácil sair da rede”, aplicando-se esta condição “desde o dia 1”. Este não é então um contrato “exagerado em termos de penalizações”, porque a relação tem que ser win-win para que o negócio seja sustentável e viável.
O contrato de franchising na Covilhã já está fechado e a marca planeia mais quatro unidades franchisadas em 2010. A estratégia é expandir a marca em sistema de franchising a todo o país, a partir dos serviços centralizados em Lisboa, sendo o objectivo consolidar a rede em Portugal antes de levar o conceito a outros países.
A IAM, marca ligada à música, começa então a organizar-se em sistema de franchising ao fim de seis anos de consolidação no mercado, em 2009, porque o mercado onde tudo começou “esgotou”, tendo actualmente cerca de 300 inscritos e entre 10 a 15 escolas em Mangualde e Viseu. A procura e a aceitação levaram “naturalmente o administrador a pensar expandir o negócio a outras zonas, como Covilhã, Guarda, Porto, Lisboa, e então nasce a necessidade de pensar aqui noutra modalidade de crescimento: o franchising” conta-nos em entrevista António Loureiro, director de expansão da marca.
“O franchising IAM será constituído por três pessoas administrativas, uma pessoa no atendimento, que terá uma pequena loja de venda de instrumentos musicais, que vai complementar o negócio em si. O franchisado vai gerir a unidade, a carga horária e toda a parte administrativa das aulas, sendo que a parte pedagógica vai girar em torno do Master, por causa dos professores que tem em bolsa”, explica.
Quer isto dizer que a bolsa de professores das escolas IAM vai estar centralizada no Master, isto é, são “fornecidos” às instituições através desta bolsa central, e os pedagogos vão poder dar aulas tanto nos centros da marca, como abarcar a parte curricular das disciplinas ligadas à música nas próprias escolas.
“O franchisado terá uma formação teórica inicial, onde serão transmitidos o conhecimento e processos de trabalho, de gestão, de logística, da área de vendas e de marketing devidamente documentados, organizados, e depois uma formação de teor mais prático, que no fundo será praticar tudo na unidade mãe”. Esta formação decorre durante três semanas, ao fim da qual o franchisado é submetido a um “teste de avaliação, sendo o passo seguinte a instalação do Master”, revela António Loureiro.
O investimento necessário para abrir uma escola IAM é de 100 mil euros, estando incluído no “pack de franquia” todos os items normais, como a formação, os direitos de entrada, as obras de decoração, a criação de um estúdio para gravação de CD’s, “porque aquilo que um centro faz é criar bandas entres os alunos”, e na store de música incluindo o stock inicial, com violas, baterias, cordas para viola, etc. “A única coisa que o franchisado terá que ter será o espaço e a renda do espaço, que tem que ter entre 300 a 400 metros quadrados, mas também aqui damos indicações das melhores localizações, prestando também apoio na escolha desse espaço”, diz o director de expansão.
10 anos de contrato e não 5
A IAM, ao contrário da maioria das redes de franchising, optou por determinar um tempo de contrato de franquia de 10 anos, porque 5 anos (tal como estipula o código deontológico do franchising) “é o tempo que demora a cimentar um negócio, ainda está em evolução, e ao fim desses primeiros 5 anos as pessoas ainda não conseguiram tirar o máximo de rentabilidade do seu negócio”, explica António Loureiro, sublinhando no entanto que “se o franchisado não estiver satisfeito é fácil sair da rede”, aplicando-se esta condição “desde o dia 1”. Este não é então um contrato “exagerado em termos de penalizações”, porque a relação tem que ser win-win para que o negócio seja sustentável e viável.
O contrato de franchising na Covilhã já está fechado e a marca planeia mais quatro unidades franchisadas em 2010. A estratégia é expandir a marca em sistema de franchising a todo o país, a partir dos serviços centralizados em Lisboa, sendo o objectivo consolidar a rede em Portugal antes de levar o conceito a outros países.
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