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O franchising (ainda) prefere centros comerciais
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2009 foi um ano sem precedentes em termos de inaugurações de novos centros comerciais em Portugal, mas apenas porque terão iniciado a sua construção antes da crise económica instalar-se também em Portugal. Foram poucos os projectos que inauguraram totalmente ocupados o ano passado, diz um estudo da Cushman & Wakefield. As vendas no comércio a retalho foram abaladas nos dois últimos anos pela quebra de confiança dos consumidores, aliada a um mercado cada vez mais saturado no que diz respeito a este tipo de oferta, afectando o desempenho do mercado de retalho nacional.
Os negócios que em regime de franchising são predominantes na oferta em centros comerciais, sendo significativa a representação do sector de hotelaria, com grande implementação de restaurantes (como os de fast food), bares, cafés, também na área de moda (infantil, feminina, masculina), acessórios, bijutaria, ou ainda redes de informática, fotografia ou lojas de prendas.
O franchising tem sem dúvida uma presença dominante nestes espaços comerciais, apesar de se verificar hoje em dia um maior dinamismo na implementação de conceitos enquanto comércio de rua. A saturação e os valores ainda elevados das rendas nestes espaços (centros comerciais) levam muitas redes de franchising a optarem pelo comércio de rua e por zonas fora dos grandes centros urbanos, uma tendência significativa no que respeita a redes a operar na área de serviços.
Segundo a empresa imobiliária aqui citada no seu último estudo, em termos globais, “o comércio de rua tem trazido boas notícias ao mercado de retalho em Portugal, mais concretamente na cidade de Lisboa, onde o Chiado se afirma como alternativa aos centros comerciais da capital”. A par com esta zona, outras como a Rua Castilho ou o Parque das Nações têm demonstrado maior dinâmica, reflectindo um maior interesse dos operadores neste comércio de rua. Hoje a oferta encontra-se mais distribuída, havendo já muitas cidades secundárias com projectos de retalho integrado.
No entanto o formato de centros comerciais foi o que conquistou maior volume de nova área brutal locável (ABL) o ano passado, perto de 280 mil metros quadrados. O Dolce Vita Tejo, na Amadora foi a maior abertura em 2009, destronando o Centro Colombo da Sonae Sierra. O Norte do país foi a zona com maior volume de nova oferta, com 3 novos projectos e 2 remodelações. Entre 2010 e 2011 estão previstas 12 novas inaugurações, entre retail parks e centros comerciais, em zonas como Leiria, Barreiro, Sintra, Évora ou Braga.
Os negócios que em regime de franchising são predominantes na oferta em centros comerciais, sendo significativa a representação do sector de hotelaria, com grande implementação de restaurantes (como os de fast food), bares, cafés, também na área de moda (infantil, feminina, masculina), acessórios, bijutaria, ou ainda redes de informática, fotografia ou lojas de prendas.
O franchising tem sem dúvida uma presença dominante nestes espaços comerciais, apesar de se verificar hoje em dia um maior dinamismo na implementação de conceitos enquanto comércio de rua. A saturação e os valores ainda elevados das rendas nestes espaços (centros comerciais) levam muitas redes de franchising a optarem pelo comércio de rua e por zonas fora dos grandes centros urbanos, uma tendência significativa no que respeita a redes a operar na área de serviços.
Segundo a empresa imobiliária aqui citada no seu último estudo, em termos globais, “o comércio de rua tem trazido boas notícias ao mercado de retalho em Portugal, mais concretamente na cidade de Lisboa, onde o Chiado se afirma como alternativa aos centros comerciais da capital”. A par com esta zona, outras como a Rua Castilho ou o Parque das Nações têm demonstrado maior dinâmica, reflectindo um maior interesse dos operadores neste comércio de rua. Hoje a oferta encontra-se mais distribuída, havendo já muitas cidades secundárias com projectos de retalho integrado.
No entanto o formato de centros comerciais foi o que conquistou maior volume de nova área brutal locável (ABL) o ano passado, perto de 280 mil metros quadrados. O Dolce Vita Tejo, na Amadora foi a maior abertura em 2009, destronando o Centro Colombo da Sonae Sierra. O Norte do país foi a zona com maior volume de nova oferta, com 3 novos projectos e 2 remodelações. Entre 2010 e 2011 estão previstas 12 novas inaugurações, entre retail parks e centros comerciais, em zonas como Leiria, Barreiro, Sintra, Évora ou Braga.
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