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“Democratização” da estética potencia negócios na área do franchising
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Apesar do quadro económico em Portugal, os negócios no sector de estética continuam a vingar e até mesmo a aumentar no mercado. O factor principal que está a justificar este comportamento é a crescente preocupação e alerta do consumidor português para a questão da imagem e bem-estar, mas não só. Actualmente os tratamentos de estética estão acessíveis à grande maioria da população, independentemente do poder de compra de cada um, porque o número crescente de marcas “low cost” vieram “popularizar” serviços que até então lhes estava vedado devido ao factor preço. O Tormo.pt falou com 5 marcas a operar na área da estética para perceber como se comporta a balança oferta/procura no sector da estética em Portugal.
O aumento das taxas de desemprego em Portugal levou a que milhares de pessoas procurassem uma alternativa, apresentando o franchising um papel importantíssimo na diversificação do investimento dos empreendedores, que encontram no sistema uma solução de auto-emprego. Aliado a este contexto socioeconómico “o factor que mais tem contribuído para o aumento da procura por parte dos clientes é o número de marcas a operar no mercado, logo a democratização dos serviços”, adiantou ao Tormo.pt José Carlos Subtil, Master da Biothecare Estétika em Portugal, rede especializada no tratamento de rugas, depilação e celulite.
Esta democratização, opinião unânime entre os responsáveis entrevistados, significa que “existe uma oferta de produtos com preços muito apetecíveis para os clientes, fazendo com que os negócios acompanhem e cresçam à proporção do nível de procura”, independentemente da sazonabilidade que possa caracterizá-los, revela a Opencel.
Actualmente as redes a operar neste sector praticam preços que oscilam entre os 20 e os 30 euros por sessão, nos mais variados serviços, como fotodepilação, eliminação de gorduras localizadas ou outro tipo de tratamentos de beleza. E desengane-se quem pensa que estes serviços são apenas procurados por mulheres. A democratização da estética significa também que existem mais homens a procurar este tipo de tratamentos, “por se preocuparem cada vez mais com a imagem, sem preconceitos ou tabus”, explica Paulo Loureiro, Master da Lipocero, uma rede que entrou em Portugal em Março deste ano, especializada no tratamento da celulite sem cirurgia.
Mas, Portugal é actualmente considerado um dos países da União Europeia onde menos se investe, consequência também das últimas notícias especulativas em relação ao grau de risco de investimento no país, ainda assim a aposta no sector de estética tem evoluído exponencialmente.
“O Estado tem criado apoios para incentivar a criação de empresas, sendo os actuais programas de apoio muito interessantes”, justifica Alexandre Lourenço, administrador da Body Concept, centros de estética e cabeleireiro. “O facto de estarmos num mercado naturalmente apetecível e de termos várias marcas a publicitar no mercado faz com que haja um aumento da procura”, explica. Luís Brás, director-geral da Não+Pêlo e Não+Dietas, fotodepilação e tratamento de corpo, afirma que “o mercado da estética em Portugal ainda está longe de atingir a saturação, no entanto, a entrada de novas marcas e a crescente oferta de serviços nesta área irá determinar uma maior exigência por parte do público, que terá como consequência a selecção dos conceitos que melhor respondam às necessidades dos consumidores”.
Os investidores vêem no sector da estética a possibilidade de obterem retornos acima da média do mercado, com investimentos médios inicialmente baixos, garantindo assim a rentabilidade esperada do investimento e as empresas continuam ainda a ter incentivos para entrar no mercado, absorvendo parte deste “bolo” comum.
A diferenciação dos serviços vai ser fundamental para as marcas se manterem dinâmicas e atractivas, seja através daquilo que oferecem, da atenção ao cliente final, da qualidade de tratamentos e dos equipamentos, seja através da formação dos recursos humanos, garantindo qualidade ao consumidor. Sendo “o mercado um juiz natural das marcas”, como afirma Alexandre Lourenço, “este irá tratar de deixar sobreviver os conceitos mais competitivos e morrer os restantes”, sustenta ainda Miguel Cotrim.
O aumento das taxas de desemprego em Portugal levou a que milhares de pessoas procurassem uma alternativa, apresentando o franchising um papel importantíssimo na diversificação do investimento dos empreendedores, que encontram no sistema uma solução de auto-emprego. Aliado a este contexto socioeconómico “o factor que mais tem contribuído para o aumento da procura por parte dos clientes é o número de marcas a operar no mercado, logo a democratização dos serviços”, adiantou ao Tormo.pt José Carlos Subtil, Master da Biothecare Estétika em Portugal, rede especializada no tratamento de rugas, depilação e celulite.
Esta democratização, opinião unânime entre os responsáveis entrevistados, significa que “existe uma oferta de produtos com preços muito apetecíveis para os clientes, fazendo com que os negócios acompanhem e cresçam à proporção do nível de procura”, independentemente da sazonabilidade que possa caracterizá-los, revela a Opencel.
Actualmente as redes a operar neste sector praticam preços que oscilam entre os 20 e os 30 euros por sessão, nos mais variados serviços, como fotodepilação, eliminação de gorduras localizadas ou outro tipo de tratamentos de beleza. E desengane-se quem pensa que estes serviços são apenas procurados por mulheres. A democratização da estética significa também que existem mais homens a procurar este tipo de tratamentos, “por se preocuparem cada vez mais com a imagem, sem preconceitos ou tabus”, explica Paulo Loureiro, Master da Lipocero, uma rede que entrou em Portugal em Março deste ano, especializada no tratamento da celulite sem cirurgia.
Mas, Portugal é actualmente considerado um dos países da União Europeia onde menos se investe, consequência também das últimas notícias especulativas em relação ao grau de risco de investimento no país, ainda assim a aposta no sector de estética tem evoluído exponencialmente.
“O Estado tem criado apoios para incentivar a criação de empresas, sendo os actuais programas de apoio muito interessantes”, justifica Alexandre Lourenço, administrador da Body Concept, centros de estética e cabeleireiro. “O facto de estarmos num mercado naturalmente apetecível e de termos várias marcas a publicitar no mercado faz com que haja um aumento da procura”, explica. Luís Brás, director-geral da Não+Pêlo e Não+Dietas, fotodepilação e tratamento de corpo, afirma que “o mercado da estética em Portugal ainda está longe de atingir a saturação, no entanto, a entrada de novas marcas e a crescente oferta de serviços nesta área irá determinar uma maior exigência por parte do público, que terá como consequência a selecção dos conceitos que melhor respondam às necessidades dos consumidores”.
Os investidores vêem no sector da estética a possibilidade de obterem retornos acima da média do mercado, com investimentos médios inicialmente baixos, garantindo assim a rentabilidade esperada do investimento e as empresas continuam ainda a ter incentivos para entrar no mercado, absorvendo parte deste “bolo” comum.
A diferenciação dos serviços vai ser fundamental para as marcas se manterem dinâmicas e atractivas, seja através daquilo que oferecem, da atenção ao cliente final, da qualidade de tratamentos e dos equipamentos, seja através da formação dos recursos humanos, garantindo qualidade ao consumidor. Sendo “o mercado um juiz natural das marcas”, como afirma Alexandre Lourenço, “este irá tratar de deixar sobreviver os conceitos mais competitivos e morrer os restantes”, sustenta ainda Miguel Cotrim.
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