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Educação pré-entrada para franchisados: remédio para todos os males?
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É o que está tentar apurar a Corven, uma empresa australiana de pesquisa e formação para organizações. Este ano a empresa lançou um estudo com o tema “Remédio para todos os males ou ilusão? Serão os programas de educação pré-entrada a solução para uma acertada tomada de decisão, ou uma ilusão, sem resultados de aprendizagem concretos”. Apesar de esta pesquisa se reportar a um mercado completamente diferente do português, é interessante perceber se também os franchisados em Portugal se podem proteger a si mesmos através desta “educação”, quando o código de conduta do franchising falha.
O que se tenta aqui explorar é aquilo que os franchisados deveriam aprender e porquê (antes de entrar numa rede), e como deveriam ser avaliados os resultados desta educação pré-entrada para se identificarem as responsabilidades individuais, e das organizações, no sucesso de um negócio.
“É preciso uma enorme coragem para se ser franchisado”, diz Julia Camm, directora da Corven, “e nós temos a noção de que o código de conduta do franchising muitas vezes não consegue proteger os franchisados deles próprios”, quando estes não estão preparados para desenvolver um negócio por meios próprios, através deste sistema.
“O franchising, através de diferentes acções de formação, encoraja os potenciais franchisados a completarem programas de "educação" pré-entrada e a uma diligência prévia (processo de investigação de uma oportunidade de negócio que o investidor deverá encetar), podendo ser determinado assim qual o impacto nas tomadas de decisão e no sucesso futuro do franchisado”, explica Camm.
“Em todo o caso, a noção da necessidade de uma educação pré-entrada formal foi durante muitos anos negligenciada. Existem actualmente algumas acções, mas estão ainda por identificar programas consistentes e concretos que sejam vantajosos para quem está a considerar o franchising”, isto no mercado australiano.
Em Portugal não existem programas específicos para esta “educação” do empreendedorismo via franchising, apenas algumas acções (como seminários e alguns workshops) levadas a cabo por empresas consultoras do sector, ficando maioritariamente a cargo das redes que operam no mercado esta formação prévia dos franchisados e posterior acompanhamento da gestão do negócio como forma de garantir o seu sucesso e viabilidade.
O resultado do estudo levado a cabo por esta empresa será conhecido em Novembro deste ano, altura em que o Tormo.pt divulgará as suas conclusões e potencial aplicabilidade ao mercado português.
O que se tenta aqui explorar é aquilo que os franchisados deveriam aprender e porquê (antes de entrar numa rede), e como deveriam ser avaliados os resultados desta educação pré-entrada para se identificarem as responsabilidades individuais, e das organizações, no sucesso de um negócio.
“É preciso uma enorme coragem para se ser franchisado”, diz Julia Camm, directora da Corven, “e nós temos a noção de que o código de conduta do franchising muitas vezes não consegue proteger os franchisados deles próprios”, quando estes não estão preparados para desenvolver um negócio por meios próprios, através deste sistema.
“O franchising, através de diferentes acções de formação, encoraja os potenciais franchisados a completarem programas de "educação" pré-entrada e a uma diligência prévia (processo de investigação de uma oportunidade de negócio que o investidor deverá encetar), podendo ser determinado assim qual o impacto nas tomadas de decisão e no sucesso futuro do franchisado”, explica Camm.
“Em todo o caso, a noção da necessidade de uma educação pré-entrada formal foi durante muitos anos negligenciada. Existem actualmente algumas acções, mas estão ainda por identificar programas consistentes e concretos que sejam vantajosos para quem está a considerar o franchising”, isto no mercado australiano.
Em Portugal não existem programas específicos para esta “educação” do empreendedorismo via franchising, apenas algumas acções (como seminários e alguns workshops) levadas a cabo por empresas consultoras do sector, ficando maioritariamente a cargo das redes que operam no mercado esta formação prévia dos franchisados e posterior acompanhamento da gestão do negócio como forma de garantir o seu sucesso e viabilidade.
O resultado do estudo levado a cabo por esta empresa será conhecido em Novembro deste ano, altura em que o Tormo.pt divulgará as suas conclusões e potencial aplicabilidade ao mercado português.
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