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Saiba quais os mercados mais atrativos para investir no retalho
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O Brasil, um dos países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e Africa do Sul), é atualmente um país em pleno crescimento, e conseguiu mesmo posicionar-se à frente da gigante China como o destino preferido para o investimento na área do retalho. Este ano, e pela primeira vez, três países da américa latina (Brasil, Uruguai e Chile) encabeçam o ranking Global Retail Development Index (GRDI), estudo anual que permite aos grupos de distribuição mundial definirem estratégias de desenvolvimento internacional, através da identificação dos países emergentes mais atrativos.
De acordo com o estudo elaborado pela consultora A.T. Kearney, “os países sul-americanos beneficiam de uma grande abundancia de recursos naturais, um clima de negócios cada vez mais favorável e diversificado, disponibilidade de mão-de-obra e relações comerciais estáveis com inúmeros países, como a china e o Irão”.
Os dez países que encabeçam o ranking GRDI 2011 são o Brasil, o Uruguai, o Chile, a Índia, o Koweit, a China, a Arábia Saudita, o Perú, os Emirados Árabes Unidos e a Turquia. O posicionamento favorável do Brasil neste ranking deve-se, entre outros, ao facto de ser um mercado com uma população urbana elevada, e que regista atualmente um crescimento significativo do consumo.
O Uruguai, que ocupava o oitavo lugar neste ranking em 2010, posiciona-se este ano em segundo lugar, grande parte por influência do crescimento registado no vizinho Brasil. O terceiro lugar foi conferido ao Chile, país que conseguiu recuperar da recessão de 2009 e que, com os incentivos criados pelo Governo para estímulo do consumo, conseguiu um crescimento do PIB.
No que diz respeito ao Médio Oriente e Norte de África (MENA), o GRDI mede o seu potencial “a longo prazo, sendo uma região que apresenta fortes indicadores positivos, como elevada taxa de população jovem, crescimento da classe média e consumidores cada vez mais ligados às novas tecnologias””. Apesar da instabilidade política que pode condicionar e atrasar a entrada das empresas em países como o Egipto, o potencial da região é espelhado na posição que ocupam, neste ranking, países como o Koweit, a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Líbano ou Marrocos.
A Turquia subiu este ano seis posições na classificação GRDI, graças ao forte crescimento económico registado. O número de centros comerciais não para de aumentar, em particular nas grandes cidades, mas algumas cadeias de distribuição têm optado por formatos mais pequenos, e em cidades de dimensão intermédia, como forma de acesso a este mercado.
Estratégias de expansão
Os novos canais de vendas, como o e-commerce ou o m-commerce, assumem cada vez mais um papel preponderante nos planos de expansão global das empresas de distribuição. Atualmente, os grupos líderes do mercado de retalho conhecem e dominam estes canais em cada mercado, e reconhecem que a adequação dos canais de redes de distribuição à realidade atual promove uma maior e mais fácil penetração nos mercados internacionais.
Estes canais de entrada devem entender-se como estratégia de diversificação, não só de países e formatos comerciais, como também enquanto formas de entrada nos demais mercados. São canais que requerem baixo investimento e permitem aceder a outros mercados, conhecer hábitos de consumo locais, de forma mais eficaz, comparando com uma forma mais tradicional de expansão internacional.
De acordo com o estudo elaborado pela consultora A.T. Kearney, “os países sul-americanos beneficiam de uma grande abundancia de recursos naturais, um clima de negócios cada vez mais favorável e diversificado, disponibilidade de mão-de-obra e relações comerciais estáveis com inúmeros países, como a china e o Irão”.
Os dez países que encabeçam o ranking GRDI 2011 são o Brasil, o Uruguai, o Chile, a Índia, o Koweit, a China, a Arábia Saudita, o Perú, os Emirados Árabes Unidos e a Turquia. O posicionamento favorável do Brasil neste ranking deve-se, entre outros, ao facto de ser um mercado com uma população urbana elevada, e que regista atualmente um crescimento significativo do consumo.
O Uruguai, que ocupava o oitavo lugar neste ranking em 2010, posiciona-se este ano em segundo lugar, grande parte por influência do crescimento registado no vizinho Brasil. O terceiro lugar foi conferido ao Chile, país que conseguiu recuperar da recessão de 2009 e que, com os incentivos criados pelo Governo para estímulo do consumo, conseguiu um crescimento do PIB.
No que diz respeito ao Médio Oriente e Norte de África (MENA), o GRDI mede o seu potencial “a longo prazo, sendo uma região que apresenta fortes indicadores positivos, como elevada taxa de população jovem, crescimento da classe média e consumidores cada vez mais ligados às novas tecnologias””. Apesar da instabilidade política que pode condicionar e atrasar a entrada das empresas em países como o Egipto, o potencial da região é espelhado na posição que ocupam, neste ranking, países como o Koweit, a Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Turquia, Líbano ou Marrocos.
A Turquia subiu este ano seis posições na classificação GRDI, graças ao forte crescimento económico registado. O número de centros comerciais não para de aumentar, em particular nas grandes cidades, mas algumas cadeias de distribuição têm optado por formatos mais pequenos, e em cidades de dimensão intermédia, como forma de acesso a este mercado.
Estratégias de expansão
Os novos canais de vendas, como o e-commerce ou o m-commerce, assumem cada vez mais um papel preponderante nos planos de expansão global das empresas de distribuição. Atualmente, os grupos líderes do mercado de retalho conhecem e dominam estes canais em cada mercado, e reconhecem que a adequação dos canais de redes de distribuição à realidade atual promove uma maior e mais fácil penetração nos mercados internacionais.
Estes canais de entrada devem entender-se como estratégia de diversificação, não só de países e formatos comerciais, como também enquanto formas de entrada nos demais mercados. São canais que requerem baixo investimento e permitem aceder a outros mercados, conhecer hábitos de consumo locais, de forma mais eficaz, comparando com uma forma mais tradicional de expansão internacional.
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