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“Decidi tomar o meu destino nas minhas mãos e ser o meu próprio patrão”
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Antes de abraçar o projeto em franchising, junto da Best Travel, João Santos “passou por várias experiências profissionais”: depois de concluir a universidade e uma pós graduação, começou como responsável de secção na grande distribuição, até chegar a diretor de loja, passando ainda por ser diretor adjunto numa loja de ótica num grande centro comercial. Foi depois desta última experiência que decidiu montar a sua própria empresa. “Como não tinha sócios e não queria montar um conceito de raiz, optei por pesquisar no franchising”.
“A grande razão que me levou a dar esta volta de 180 graus foi a de querer trabalhar para mim. Sentia muitas vezes, quando trabalhei em grandes empresas, não ter total liberdade nas minhas decisões e nos objetivos que queria atingir. Muitas vezes sentia alguma frustração e por isso não quis deixar de dar outro rumo à minha vida. Decidi tomar o meu destino nas minhas mãos e ser o meu próprio patrão e, com essa decisão, tive que aceitar todas as responsabilidades que vinham juntas a essa liberdade de ação”, começa por contar.
A decisão de deixar a profissão que tinha foi tomada com “prudência”, porque “começar uma empresa, entrar num setor cujo serviço desconhecia, lançar uma marca, ter formação, contactar fornecedores e negociar com eles eram fatores que, estando sozinho, iriam levar muito mais tempo a organizar e a conseguir, já para não falar do investimento financeiro para alcançar tudo isto. Queria entrar no mercado com uma marca e onde os básicos do negócio estivessem já definidos e assim ter só de me preocupar em trabalhar a zona onde iria estar inserido e concentrar-me nos meus clientes”
João Santos abraça em 2003 o projeto Best Travel, em Massamá, “uma escolha óbvia e que hoje voltaria a fazer”, pelo que significa ter feito parte das 33 primeiras agências a criar a rede. A marca foi, ao longo do tempo, melhorando o apoio aos franchisados, “sobretudo pelos contributos dados pelas primeiras agências que entraram no grupo, e pela identificação das necessidades que sentíamos todos os dias”. Recorde-se que a Best Travel foi distinguida nos últimos dois anos como a melhor rede de agências de viagens, em regime de franchising, no apoio aos franchisados.
Ser franchisado Best Travel
Ser franchisado da marca “é estar o mais presente possível junto do negócio. O facto de estar em franchising não quer dizer que seja sucesso garantido e o facto de termos muitas ferramentas dadas pelo master, e uma dinâmica comercial constante por parte deste, não quer dizer que não tenhamos de ir ao encontro dos clientes. Tenho um contacto diário com o master e, além de pôr em prática a política comercial local que defini, tenho que a adequar com a política comercial nacional definida pela marca”
“Este é um conceito simples e de fácil acesso a qualquer pessoa”, garante o responsável. “O conceito torna entendível um setor complexo e que necessita de muita adaptação no dia a dia e que tem um grau de risco em relação à geopolítica do mundo muito aguda”, explica.
Até 2008, João Santos tinha apenas uma agência Best Travel, com uma progressão do volume de negócio na ordem dos 10% como média anual. No início desse mesmo ano adquiriu outra, gerindo atualmente duas unidades franchisadas da rede, acumulando ainda funções como coordenador de expansão da marca.
“Infelizmente, desde 2009, o negócio tem sofrido, e o ano de 2011 foi o mais problemático. Tive que operar reestruturações como qualquer outra empresa, mas realmente sinto que ter uma marca ajudou-me a continuar, tive a oportunidade de ver nestes últimos três anos sete concorrentes diretos encerrarem portas e au felizmente continuar nesta área”.
Facilidades, hoje, não se encontram. Com muitas agências a encerrarem é sem dúvida uma oportunidade para aquelas que resistirem à crise, ou para aqueles que entrarem no mercado com uma marca.
“De facto existe uma grande dificuldade no financiamento, os clientes, tanto particulares como empresas estão a reduzir os gastos nas viagens, e temos os clientes que aproveitam a crise para colocar em concorrência as agências, até ao ponto de algumas venderem a preço de custo, o que acelera o processo de encerramento. Estamos numa fase onde temos de rever os modelos de negócio e reestruturar para nos adaptarmos às novas exigências do mercado. Uma coisa é certa, se antes estar sozinho era difícil, hoje não faz sentido”.
“A grande razão que me levou a dar esta volta de 180 graus foi a de querer trabalhar para mim. Sentia muitas vezes, quando trabalhei em grandes empresas, não ter total liberdade nas minhas decisões e nos objetivos que queria atingir. Muitas vezes sentia alguma frustração e por isso não quis deixar de dar outro rumo à minha vida. Decidi tomar o meu destino nas minhas mãos e ser o meu próprio patrão e, com essa decisão, tive que aceitar todas as responsabilidades que vinham juntas a essa liberdade de ação”, começa por contar.
A decisão de deixar a profissão que tinha foi tomada com “prudência”, porque “começar uma empresa, entrar num setor cujo serviço desconhecia, lançar uma marca, ter formação, contactar fornecedores e negociar com eles eram fatores que, estando sozinho, iriam levar muito mais tempo a organizar e a conseguir, já para não falar do investimento financeiro para alcançar tudo isto. Queria entrar no mercado com uma marca e onde os básicos do negócio estivessem já definidos e assim ter só de me preocupar em trabalhar a zona onde iria estar inserido e concentrar-me nos meus clientes”
João Santos abraça em 2003 o projeto Best Travel, em Massamá, “uma escolha óbvia e que hoje voltaria a fazer”, pelo que significa ter feito parte das 33 primeiras agências a criar a rede. A marca foi, ao longo do tempo, melhorando o apoio aos franchisados, “sobretudo pelos contributos dados pelas primeiras agências que entraram no grupo, e pela identificação das necessidades que sentíamos todos os dias”. Recorde-se que a Best Travel foi distinguida nos últimos dois anos como a melhor rede de agências de viagens, em regime de franchising, no apoio aos franchisados.
Ser franchisado Best Travel
Ser franchisado da marca “é estar o mais presente possível junto do negócio. O facto de estar em franchising não quer dizer que seja sucesso garantido e o facto de termos muitas ferramentas dadas pelo master, e uma dinâmica comercial constante por parte deste, não quer dizer que não tenhamos de ir ao encontro dos clientes. Tenho um contacto diário com o master e, além de pôr em prática a política comercial local que defini, tenho que a adequar com a política comercial nacional definida pela marca”
“Este é um conceito simples e de fácil acesso a qualquer pessoa”, garante o responsável. “O conceito torna entendível um setor complexo e que necessita de muita adaptação no dia a dia e que tem um grau de risco em relação à geopolítica do mundo muito aguda”, explica.
Até 2008, João Santos tinha apenas uma agência Best Travel, com uma progressão do volume de negócio na ordem dos 10% como média anual. No início desse mesmo ano adquiriu outra, gerindo atualmente duas unidades franchisadas da rede, acumulando ainda funções como coordenador de expansão da marca.
“Infelizmente, desde 2009, o negócio tem sofrido, e o ano de 2011 foi o mais problemático. Tive que operar reestruturações como qualquer outra empresa, mas realmente sinto que ter uma marca ajudou-me a continuar, tive a oportunidade de ver nestes últimos três anos sete concorrentes diretos encerrarem portas e au felizmente continuar nesta área”.
Facilidades, hoje, não se encontram. Com muitas agências a encerrarem é sem dúvida uma oportunidade para aquelas que resistirem à crise, ou para aqueles que entrarem no mercado com uma marca.
“De facto existe uma grande dificuldade no financiamento, os clientes, tanto particulares como empresas estão a reduzir os gastos nas viagens, e temos os clientes que aproveitam a crise para colocar em concorrência as agências, até ao ponto de algumas venderem a preço de custo, o que acelera o processo de encerramento. Estamos numa fase onde temos de rever os modelos de negócio e reestruturar para nos adaptarmos às novas exigências do mercado. Uma coisa é certa, se antes estar sozinho era difícil, hoje não faz sentido”.
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