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Um novo ano, uma nova vida para o setor de franchising
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Por muito difícil que seja a situação económica, o mercado de franchising não deixa de lançar, todos os anos, novas propostas que se adaptam ao novo perfil de consumidor e de empreendedor. Apesar do clima de retração de investimento, quebra do poder de compra, aumento de impostos, o setor tem-se mostrado resistente ao cenário de degradação económica, prova disso são os indicadores positivos apurados no primeiro semestre de 2011, pelo menos no que respeita ao crescimento de unidades nas redes de franchising.
Este sistema tem-se consolidado como uma alternativa de expansão para quem tem um projeto de negócio, sendo um dos setores que apresenta maiores hipóteses de crescimento, mesmo em época de retração económica.
Sem dúvida que o acesso ao crédito e a dificuldade na obtenção de financiamento continuarão a ser desafios com que os empreendedores se irão deparar na gestão das redes em 2012, mas o setor oferece condições ímpares, como conceitos inovadores, investimentos acessíveis (de notar o aumento do número de conceitos low cost), menor risco, setores que se vão destacar este ano, tudo fatores que vão permitir ao franchising contornar os obstáculos que possam surgir.
O mercado vai continuar a atrair novos empresários que veem neste modelo de negócio uma opção para crescerem empresarialmente e inclusivamente, dada a taxa de desemprego em Portugal, muitas pessoas vão continuar a optar pelo franchising para criarem o seu próprio emprego.
O setor entra num novo ciclo, que será bastante distinto do que tem acontecido até aqui. Sim, o otimismo passou à cautela, na sequência de todas as medidas anunciadas pelo Governo para este ano e no horizonte fica a incerteza de como se comportarão as redes ao longo de 2012. Mas, se por um lado se espera um ano difícil, por outro, este “reset” significa uma nova oportunidade de inovar, de dar nova vida ao franchising e de contrariar todas as expetativas.
Este sistema tem-se consolidado como uma alternativa de expansão para quem tem um projeto de negócio, sendo um dos setores que apresenta maiores hipóteses de crescimento, mesmo em época de retração económica.
Sem dúvida que o acesso ao crédito e a dificuldade na obtenção de financiamento continuarão a ser desafios com que os empreendedores se irão deparar na gestão das redes em 2012, mas o setor oferece condições ímpares, como conceitos inovadores, investimentos acessíveis (de notar o aumento do número de conceitos low cost), menor risco, setores que se vão destacar este ano, tudo fatores que vão permitir ao franchising contornar os obstáculos que possam surgir.
O mercado vai continuar a atrair novos empresários que veem neste modelo de negócio uma opção para crescerem empresarialmente e inclusivamente, dada a taxa de desemprego em Portugal, muitas pessoas vão continuar a optar pelo franchising para criarem o seu próprio emprego.
O setor entra num novo ciclo, que será bastante distinto do que tem acontecido até aqui. Sim, o otimismo passou à cautela, na sequência de todas as medidas anunciadas pelo Governo para este ano e no horizonte fica a incerteza de como se comportarão as redes ao longo de 2012. Mas, se por um lado se espera um ano difícil, por outro, este “reset” significa uma nova oportunidade de inovar, de dar nova vida ao franchising e de contrariar todas as expetativas.
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