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Armazém do Caffé promove momentos de cultura e projecta primeira escola de baristas

“Tornar mais fácil e menos monótono o dia-a-dia dos clientes” levou a rede de cafetarias e casas de chá especializadas Armazém do café a trazer às suas lojas pintura, música jazz ao vivo e leitura. Esta aposta cultural já valeu à rede um aumento de procura por parte de clientes e o elogio por parte de outras empresas da área. Franchisados aplaudem a iniciativa, franchisador tem já novos projectos, quer na área cultural, quer na área de formação, prevendo o lançamento em Portugal da primeira escola de Baristas ou “Coffe Experts”.

“Dentro de um espaço Armazém do Caffé pode encontrar actualmente um ambiente de lazer típico do século XIX em Paris ou Inglaterra” explica Hélder Silva, director-geral da rede Armazém do Caffé. O ambiente de lazer que refere inclui por exemplo a apresentação de livros pela voz dos próprios autores, ouvir musica ao vivo e assistir a exposições de pintura “o que tem causado bastante curiosidade e expectativa no público”.
Amanhã vai estar no Armazém do Caffé de Braga António M. Oliveria, Professor e escritor, para apresentar o livro de poesia "Devir de Vir", de Paulo Themudo.
A projecção que estas iniciativas “inovadoras” têm tido junto de outras cafetarias ou casas de chá e “o interesse que outras empresas da área têm demonstrado em aprender algo mais e tentar marcar alguma diferença” levaram a marca a projectar a primeira escola de Baristas, não avançando no entanto para já Helder Silva mais pormenores sobre este projecto.
De acordo com o responsável a marca vai lançar já no início do próximo ano workshops na área do café e do chá, direccionados apenas para clientes, e feitos “apenas nas lojas que apresentarem condições para o fazer”, explica .
 “Os principais objectivos serão os de formar especialistas na área a fim de desenvolverem mais o seu negócio próprio ou de outrem e obviamente que daremos prioridade aos nossos clientes fora da rede de franchising, até porque para os nossos parceiros estes cursos já existem, são sigilosos, obrigando a um contrato de compromisso e não têm qualquer custo. Já para clientes ou alunos externos terá uma tabela de preços”, avança.
Sem mencionar números concretos, o responsável diz que a marca “está actualmente melhor do que estava o ano passado, e as lojas estão a progredir bastante e a ganhar terreno”, justificando que o facto da marca não ter “os custos típicos de um franchising tradicional” faz com que os franchisados “trabalhem de uma forma muito mais saudável e com um grau de satisfação elevado”.
Mais reservado em falar sobre a expansão a nível nacional e internacional, Helder Silva refere que existem actualmente “projectos e licenciamentos” para Portugal e já foram estabelecidos alguns contactos internacionais, preferindo no entanto dizer por agora “vamos ver o que o futuro nos reserva”.
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