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Franchising europeu cada vez mais atractivo para investidores internacionais
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A indústria do franchising na União Europeia (UE) apresenta actualmente um potencial de crescimento tremendo. Com 450 milhões de consumidores em 27 países, muitas empresas franchisadoras do mundo inteiro (particularmente as de origem americana), apostam na expansão na Europa.
A Associação Internacional de Franchising (IFA) aponta a Europa como uma das melhores regiões para o desenvolvimento do franchising internacional. Um estudo realizado pelo William Rosenberg Internacional Center of Franchising, da Universidade de New Hampshire, revelou que quase um terço das empresas franchisadoras americanas contactadas acredita que o potencial de negócio na UE é “extraordinário”. Mais de 50% dos inquiridos que não têm ainda presença na Europa apontam o Reino Unido como o país mais provável para um primeiro contacto com o mercado europeu.
Quando se fala de franchising os consumidores têm, naturalmente, tendência para evocar marcas americanas, como a Burger King ou a McDonald’s, como franchisings líderes. Mas, se olharmos para as 500 marcas mais importantes na Europa verifica-se que, apesar de as marcas americanas serem populares, muitos franchisings de países europeus, como Portugal, adquirem hoje uma importância notável no mundo do franchising.
As empresas de franchising europeias que estão actualmente a internacionalizar têm a tendência (natural) para o fazer para países/fronteira. Pelo facto de o Reino Unido e os países escandinavos terem um enorme historial de alianças comerciais, a exportação e a implementação de marcas de franchising entre estes países é, por exemplo, natural. Muitas marcas de origem não europeia ou americanas que operam na UE são provenientes do Canada ou Austrália.
Um estudo feito em 2005 pela Federação Europeia de Franchising concluiu que existiam 6.500 marcas a operar em 20 países diferentes, a saber: Áustria, Bélgica, Republica Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Itália, Holanda, Portugal, Eslovénia, Espanha, Suíça, Suécia, Polónia e Rússia.
Apesar de a maioria das marcas pertencer à indústria de restauração, o franchising europeu tem provado estar à altura das exigências do consumidor actual, com a diversidade de conceitos que apresenta, que integram áreas como serviços ao domicílio, reparação automóvel, retail, formação e educação, viagens, limpezas, entre muitas outras.
Os franchisadores que projectam o lançamento dos seus negócios na UE usam normalmente o sistema de entrada directa, joint ventures, licenças Master franchise ou área developers. Outra forma de abordagem no processo de internacionalização de marcas, cada vez mais utilizada, é o período de teste de um ou dois anos, durante o qual o conceito de franchising opera como área developer e tem que cumprir uma meta mínima de aberturas antes de passar à licença de Master.
Quando se fala de franchising os consumidores têm, naturalmente, tendência para evocar marcas americanas, como a Burger King ou a McDonald’s, como franchisings líderes. Mas, se olharmos para as 500 marcas mais importantes na Europa verifica-se que, apesar de as marcas americanas serem populares, muitos franchisings de países europeus, como Portugal, adquirem hoje uma importância notável no mundo do franchising.
As empresas de franchising europeias que estão actualmente a internacionalizar têm a tendência (natural) para o fazer para países/fronteira. Pelo facto de o Reino Unido e os países escandinavos terem um enorme historial de alianças comerciais, a exportação e a implementação de marcas de franchising entre estes países é, por exemplo, natural. Muitas marcas de origem não europeia ou americanas que operam na UE são provenientes do Canada ou Austrália.
Um estudo feito em 2005 pela Federação Europeia de Franchising concluiu que existiam 6.500 marcas a operar em 20 países diferentes, a saber: Áustria, Bélgica, Republica Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Itália, Holanda, Portugal, Eslovénia, Espanha, Suíça, Suécia, Polónia e Rússia.
Apesar de a maioria das marcas pertencer à indústria de restauração, o franchising europeu tem provado estar à altura das exigências do consumidor actual, com a diversidade de conceitos que apresenta, que integram áreas como serviços ao domicílio, reparação automóvel, retail, formação e educação, viagens, limpezas, entre muitas outras.
Os franchisadores que projectam o lançamento dos seus negócios na UE usam normalmente o sistema de entrada directa, joint ventures, licenças Master franchise ou área developers. Outra forma de abordagem no processo de internacionalização de marcas, cada vez mais utilizada, é o período de teste de um ou dois anos, durante o qual o conceito de franchising opera como área developer e tem que cumprir uma meta mínima de aberturas antes de passar à licença de Master.
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