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Franchising espanhol mantém-se resistente em 2011
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O sistema de franchising espanhol gerou, em 2011, um volume de negócios na ordem dos 19 mil milhões de euros, registou a entrada de 145 novas redes e a inauguração de 3.238 unidades neste sistema, avança a consultora Tormo & Asociados no seu relatório anual sobre a evolução do setor. Apesar da situação económica que se vive, também, no país liderado por Mariano Rajoy, e do desaparecimento de muitas empresas a operar segundo esta fórmula comercial, “o franchising mostra resistência em contextos de difícil conjuntura económica”.
“Num ano particularmente difícil para a economia, o setor soube manter os seus indicadores, prova da resistência que caracteriza o franchising”, adiantou Eduardo Tormo, diretor geral da consultora espanhola responsável pela análise, divulgada esta quarta feira.
Os indicadores apresentados mostram que o ano passado o mercado de franchising espanhol viu surgir 145 novas empresas e desaparecer 119, significando um crescimento absoluto de 26 redes em 2011. O número de unidades operativas desceu perto de 1,5%, um balanço entre 3.238 aberturas e 4.203 encerramentos, totalizando o mercado 64 mil estabelecimentos a operar neste regime.
O volume de negócios gerado pelo franchising no país vizinho rondou, o ano passado, os 19.000 milhões de euros, descendo 0,9% face ao exercício de 2010. “É verdade que os números estão longe daquilo que foi o desempenho em 2008, mas são consideravelmente melhores do que os alcançados no comércio independente”, sublinha a consultora.
O franchising espanhol incorpora anualmente mais de 20 mil novos postos de trabalho e, deste total, três mil através de novos empresários que empregam em média seis pessoas por unidade. No entanto, em 2011, o número de empregos caiu case 2%, o que significa uma quebra de sete mil postos de trabalho. Ainda assim, a consultora fala de estabilidade no emprego, neste sistema.
Crescimento depende das marcas, não do setor
Este relatório deixa claro que o crescimento nos diversos setores integrados no franchising dependem do comportamento de determinadas marcas, que a consultora apelida de “marcas alavanca”, “capazes de dinamizar e impulsionar os setores que revelaram uma evolução muito positiva, como o de alimentação e supermercados, gelatarias, acessória, serviços de assistência, viagens, etc”.
Serviços continua na vanguarda, no que respeita a dinamismo, apresentando no entanto um saldo negativo devido à estagnação que se verificou na área da estética e ao “reajuste” noutras áreas de negócio. Apesar do balanço, a consultora salienta o surgimento, em força, de novas marcas na área do ensino, serviços de comunicação ou do setor automóvel, que “permitem antever uma rápida recuperação”.
Os indicadores apresentados mostram que o ano passado o mercado de franchising espanhol viu surgir 145 novas empresas e desaparecer 119, significando um crescimento absoluto de 26 redes em 2011. O número de unidades operativas desceu perto de 1,5%, um balanço entre 3.238 aberturas e 4.203 encerramentos, totalizando o mercado 64 mil estabelecimentos a operar neste regime.
O volume de negócios gerado pelo franchising no país vizinho rondou, o ano passado, os 19.000 milhões de euros, descendo 0,9% face ao exercício de 2010. “É verdade que os números estão longe daquilo que foi o desempenho em 2008, mas são consideravelmente melhores do que os alcançados no comércio independente”, sublinha a consultora.
O franchising espanhol incorpora anualmente mais de 20 mil novos postos de trabalho e, deste total, três mil através de novos empresários que empregam em média seis pessoas por unidade. No entanto, em 2011, o número de empregos caiu case 2%, o que significa uma quebra de sete mil postos de trabalho. Ainda assim, a consultora fala de estabilidade no emprego, neste sistema.
Crescimento depende das marcas, não do setor
Este relatório deixa claro que o crescimento nos diversos setores integrados no franchising dependem do comportamento de determinadas marcas, que a consultora apelida de “marcas alavanca”, “capazes de dinamizar e impulsionar os setores que revelaram uma evolução muito positiva, como o de alimentação e supermercados, gelatarias, acessória, serviços de assistência, viagens, etc”.
Serviços continua na vanguarda, no que respeita a dinamismo, apresentando no entanto um saldo negativo devido à estagnação que se verificou na área da estética e ao “reajuste” noutras áreas de negócio. Apesar do balanço, a consultora salienta o surgimento, em força, de novas marcas na área do ensino, serviços de comunicação ou do setor automóvel, que “permitem antever uma rápida recuperação”.
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